Os 18 Melhores Livros sobre Criatividade

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Qualquer pessoa tem, dentro de si, a criatividade. Você sabia? Evidentemente, estamos acostumados a identificar pessoas com maior facilidade para externar esse potencial criativo.

A diferença entre as pessoas – quanto ao potencial de ser criativo – reside, portanto, em deixá-lo fluir ou, de algum modo, reprimi-lo. Para uma de nossas autoras preferidas, Elizabeth Gilbert, para ter criatividade, basta estar vivo.

A criatividade, além de ser extremamente útil para a sua vida e a sua carreira, pode – felizmente – ser estimulada. Ao conhecer algumas técnicas e atividades, quando você decidir se dedicar à criatividade, sairá da zona de conforto e se tornará um indivíduo mais criativo.

Pensando nisso, selecionamos uma lista com alguns dos melhores livros para ajudar você a explorar a criatividade no seu cotidiano e se tornar uma pessoa mais habilidosa, inventiva e, obviamente, com maiores chances de sucesso em tudo o que fizer.

As obras ideais para despertar o seu potencial criativo: os melhores livros sobre criatividade

Caso esteja necessitando exercitar a sua criatividade, criando produções que sejam mais interessantes, você está no lugar certo.

Confira, a seguir, uma seleção cuidadosa dos melhores livros de cada autor sobre criatividade que escolhemos para você. Acompanhe a nossa lista e boa leitura!

1. Roube como um artista, de Austin Kleon

livro roube como um artista

Primeiro exemplar da lista, o livro “Roube como um artista”, de Austin Kleon, demonstra que, para ter criatividade, não é preciso criar a partir do zero. Afinal, para o autor, nada que existe em nosso mundo é completamente original.

Isso significa que, para despertar a sua criatividade, é crucial contar com boas fontes, inspirações e referências. Este é um dos livros que melhor indicam que não é necessário copiar as ideias de outra pessoa, mas saber como usufruir de determinados aspectos, a fim de pensar em algo que, efetivamente, demonstre criatividade.

2. Grande magia, de Elizabeth Gilbert

livro grande magia

Elizabeth Gilbert parte de exemplos extraídos tanto de sua própria história de vida quanto de pessoas que, de um modo ou outro, a inspiraram. Neste livro, ela busca definir a criatividade, mostrando que essa habilidade não está vinculada, necessariamente, à arte – é, antes de mais nada, um atributo da curiosidade.

3. Um TOC na cuca, de Roger von Oech

livro um toque na cuca

Este é um dos poucos livros que podemos afirmar, com toda a certeza, que funciona como um verdadeiro manual para otimizar o seu desempenho. Isto é, “Um TOC na cuca” servirá para despertar boas ideias, instigar a sua mente e liberar a criatividade.

Igualmente, a cuca de Roger Von Oech demonstra que ele é um dos raros autores – em toda a literatura – que empregam o humor com formas inusitadas, mostrando aos leitores como sair da rotina e ter pensamentos que os levem à criatividade de um especialista em criatividade.

4. Destrua este diário, de Keri Smith

livro destrua este diario

Keri Smith – artista e ilustradora canadense – desenvolveu uma obra capaz de tirar os leitores de sua zona de conforto, demandando formas de interação inusitadas e únicas, visando despertar reflexões e estimular a criatividade.

Com efeito, ao abordar a forma como tratamos os mais distintos objetos, o livro traz instruções inesperadas e divertidas para despertar a criatividade e se tornar um especialista no assunto: rabiscar, rasgar páginas, levar os livros ao banheiro etc.

Enquanto seguem as indicações de “Destrua este diário”, os leitores passam por uma experiência genuína de criatividade que, por vezes, os leva a alterar radicalmente seu lugar de uso enquanto leem.

5. Thinkertoys, de Michael Michalko

livro thinkertoys

O objetivo central de Michael Michalko, nesta obra, consiste em apresentar soluções dotadas de criatividade especificamente voltadas para o mundo corporativo. Como o nome do livro indica, as ferramentas de estímulo ao pensamento criativo e à criatividade são vistas como “brinquedos”.

Dessa maneira, você conhecerá centenas de técnicas exclusivas.

Esse fato deixa a leitura cada vez mais interessante. Outro ponto que merece destaque nesta criação é a capacidade do autor de articular exemplos reais de criatividade com as situações que apresenta em sua narrativa.

Certamente, trata-se de um dos livros considerados clássicos da criatividade. A obra promete revolucionar a perspectiva que temos do mercado, contribuindo, inclusive, para algo fundamental: a superação de desafios pessoais.

Originalmente lançado em 2006, a publicação deste livro fica ainda mais atraente quando conhecemos as técnicas que superam os bloqueios comuns de expressar criatividade nas ideias por meio de símbolos, em vez de utilizarmos palavras.

6. A arte da criatividade, de Rod Judkins

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Judkins figura entre os autores mais destacados quando o assunto é criatividade. Dessa maneira, além de uma das poucas artistas especializadas nas técnicas de criatividade, ela é professora na renomada UAL (Universidade das Artes), sediada em Londres, na Inglaterra.

Uma de suas principais atividades, atualmente, consiste em oferecer consultorias sobre criatividade para empresas, artistas e organizações públicas. Neste livro, ela monstra que pensar com criatividade gera impactos positivos em nossa vida pessoal e profissional.

Ao longo da obra, Rud Judkins aborda a mentalidade de figuras conhecidas internacionalmente por sua criatividade, superação de bloqueios mentais e, assim, por terem transformado suas respectivas áreas, tais como Salvador Dalí, Coco Chanel e Steve Jobs.

De modo geral, a autora revela, nesse livro, quais são as técnicas mais indicadas para estimular a criatividade, alterar sua forma de pensar e, de fato, agir de modo inovador – seja em sua vida profissional ou pessoal.

7. Confiança criativa, de Tom Kelley e David Kelley

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Muitos creem que a criatividade consiste em uma habilidade exclusiva a certos grupos – como designers, escritores e pintores. Certamente, pelos resultados de seus livros, pinturas etc.

A boa notícia é que este é um dos livros que indicam como essa habilidade é imprescindível, também, em muitos outros campos de atuação. Em seus livros – e aqui, não é diferente – eles demonstram a necessidade de um comportamento ativo na busca de soluções úteis.

Sendo assim, eles apresentam, em “Confiança criativa”, ações efetivas e estratégias específicas, em mais um de seus livros sobre o tema, que são capazes de gerar melhorias comprovadas no cotidiano e na carreira do leitor.

8. O despertar na era da criatividade, de Lois Robbins

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Lois Robbins indica que a criatividade não está presente apenas em uma obra de arte: ela é, cada vez mais, um grande diferencial na vida profissional. Levando em consideração a velocidade dos dias atuais, temos um fator positivo ao afloramento de nosso processo criativo.

Em seu livro “O despertar na era da criatividade”, Robbins indica como aplicar essa habilidade na vida prática. Portanto, sua meta – com a publicação desse livro – é ajudar a despertar a vontade de entrar em ação em todas as situações que demandem criatividade, usando-a do modo mais ágil possível.

9. Criatividade S.A., de Ed Catmull

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Nesse livro de Ed Catmull, “Criatividade S.A.”, é tão encantador que o criador do Facebook – Marck Zuckerberg – o recomendou no seu próprio clube do livro. De fato, trata-se de uma referência para os gênios criativos, trazendo a fórmula para o sucesso de alguns dos filmes preferidos do grande público, como Monstros S.A. e Toy Story.

Este livro, portanto, narra a história de um dos estúdios mais populares de animação, a Pixar. O autor fundamenta a narrativa em sua experiência onde ajudou a fundar o estúdio – ao lado de John Lasseter e Steve Jobs.

10. Criatividade no trabalho e na vida, de Roberto Menna Barreto

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O livro de Barreto, sem dúvidas, desmitifica todos os elementos da criatividade. Logo, ele é um dos autores que mais facilitam o processo psicológico responsável por “destravar” essa capacidade, confirmando sua indispensabilidade para o sucesso.

Ao partir de suas experiências pessoais, o livro não se limita a romper paradigmas estabelecidos, mas, ainda, denota a criatividade de um modo acessível a qualquer um. Este livro, por ser tão provocador e inteligente, foi eleito, no ano de 1998, pela notória instituição Câmara Brasileira do Livro, como uma das 10 melhores obras.

11. Procurando Nemo: Minhas Histórias, de The Walt Disney Company

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A história do peixinho que conquistou as telas de cinema de São Paulo e de todo o mundo aparece, agora, sob um novo lado: como um livro infantil altamente recomendável para estimular a imaginação dos pequenos.

Além disso, você pode brincar com miniaturas colecionáveis enquanto lê, para o seu filho, essa história encantadora. As miniaturas que acompanham a publicação podem ser utilizadas como fonte de inspiração para criar as suas próprias narrativas.

12. Comer, rezar e amar: a busca de uma mulher por todas as coisas da vida na Itália, na Índia e na Indonésia, de Elizabeth Gilbert

livro comer rezar e amar

A autora estava próxima dos 30 anos de idade e já tinha conquistado quase todo o conteúdo de seus sonhos: um marido apaixonado, a casa espaçosa, os filhos e, também, uma carreira exitosa.

Porém, em vez de se sentir realizada e feliz, Gilbert experimentava um processo de confusão, a tristeza e, não raro, o pânico. Consequentemente, passou por um divórcio, sofreu uma depressão severa e teve o coração partido mais uma vez.

Certo dia, no entanto, tomou uma decisão radical, livrando-se dos bens materiais e demitindo-se de seu emprego. Em seguida, buscou por um novo conteúdo e propósito para a vida, partindo sozinha para viajar e, no processo, conhecer o mundo.

Seu objetivo era visitar 3 locais em que pudesse analisar determinados aspectos interiores. O cenário procurado eram culturas que, tradicionalmente, fossem especializadas nessas características.

Dessa forma, explorou a Indonésia, para aprender a arte do equilíbrio, a Índia, para descortinar sua devoção e, por fim, a Itália, para explorar o prazer pelas coisas da vida.

A obra é escrita com inaudita inteligência, humor e ironia, convertendo-se em um best seller acerca da importância de assumirmos a responsabilidade por nossa própria felicidade e enfrentarmos, quando necessário, as ideias impostas pela sociedade.

13. livro o andar do bebado: como o acaso determina nossas vidas, de Leonard Mlodinow

 

Esta obra figura como um notável best seller do The New York Times. Mlodinow, com efeito, produziu narrativa surpreendente sobre ciência ao abordar como não estamos – nem de perto – prontos para lidar com efeitos aleatórios.

Consequentemente, não conseguimos perceber como o acaso pode interferir em nossa rotina. Adotando um tom irreverente e usando diversas pesquisas e exemplos de todos os campos do conhecimento (dos esportes ao mercado financeiro), você conhecerá, de modo curioso e divertido, as ferramentas imprescindíveis para detectar os indícios de todos os acasos.

Assim, terá condições de fazer escolhas corretas, encontrar inspiração e conviver melhor com os fatores que não é possível controlar. Então, prepara-se para reavaliar algumas certezas sobre o mundo e notar que há muitos elementos tão imprevisíveis quanto o andar dos bêbados.

14. Mostre seu trabalho, de Austin Kleon

livro mostre seu trabalho

Kleon oferece dicas para os leitores compartilharem sua criatividade, de modo a terem seu trabalho devidamente reconhecido, de acordo com a característica predominante nesta era digital. Entre as principais dicas, destacam-se exemplos práticos, citações, regras de fabricação, dentre outras.

Um dos pontos mais interessantes é que as dicas são acompanhadas de ilustrações humorísticas, que estimulam a compartilhar ideias ainda em processamento – algo não geralmente indicado em nossa cultura. Partidário da generosidade, Kleon frisa que, na atualidade, ser acessível é uma qualidade que supera a genialidade.

Não por acaso, suas redes sociais estão repletas de inspirações que visam a contribuir, de modo produtivo, para que os seus seguidores encontrem soluções práticas para o trabalho, a cultura e os problemas do dia a dia.

15. Isto não é um livro, de Keri Smith

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Keri Smith, a mesma criadora de “Destrua este diário”, propicia uma leitura diferente da anterior. Em cada uma de suas páginas, é possível encontrar atividades a serem feitas.

Dessa forma, você precisará converter uma folha em uma TV. É isso mesmo, o papel deverá se transformar, por exemplo, em uma edição limitada ou uma realidade virtual. Esta é a forma que Smith encontrou para estimular a criatividade e desenvolver suas propostas junto ao público.

16. Viver de Design, de Gilberto Strunck

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Strunck traz toda sua vivência para que os futuros profissionais da área de design encontrem uma forma mais fácil de iniciarem suas carreiras. A obra traz diretrizes fundamentais para o sucesso na profissão, bem como orientações para evitar erros comuns a esses profissionais.

Em sua sexta edição, “Viver de Design” vendeu milhares de cópias e continua ajudando milhares de pessoas a aprimorarem suas habilidades criativas e a encontrarem o sucesso profissional.

17. Arte e ciência da criatividade, de George F. Kneller

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Kneller discorre sobre criatividade de um modo técnico para a maioria das pessoas. Isto é, apresenta conceitos e definições por meio de explanações acessíveis sobre criatividade, citando, sobretudo, como ela pode ser absorvida no sistema educacional.

18. Um chute na rotina, de Roger Von Oech

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Diferentemente dos cursos que prometem desenvolver a criatividade de seus inscritos, Oech busca estimular que o público desenvolva suas próprias ideias inovadoras. O que não se encontra em quaisquer cursos, por exemplo, é a noção de que um novo modo de pensar é a chave para a realização de grandes avanços.

Afinal de contas, nada está fora do que Oech chama de “estado de espírito do momento”. Seu título e ideia central, portanto, ensina técnicas eficazes para incentivar o cérebro a entrar em ação.

Para incorporar esses princípios ao seu estilo de vida, Oech encarna diferentes situações mentais (cada qual com sua respectiva ideia) nos seus personagens. Embora tenha sido originalmente lançado em meados da década de 1990, o leitor contemporâneo terá a agradável impressão de que está diante de algo produzido recentemente.

Em síntese, o leitor encontrará discussões acerca do excesso de atividades cotidianas e – um dos problemas mais comuns e com o qual todo leitor certamente se identificará – a sensação de que falta tempo para se dedicar a novas possibilidades.

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