Os 15 Melhores Livros de Vampiros para você se arrepiar

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Você conhece algum vampiro? Quer conhecer ou quer se livrar deles? Selecionamos os melhores livros de vampiros para que você possa saber o que fazer quando um dia estiver frente a frente com um vampiro ou, se preferir, para que nunca os encontre.

Escolha o seu e cuide-se!

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Os melhores livros de vampiros para você curtir

Preparado para saber mais sobre a nossa seleção? Boa leitura!

1. Drácula, de Bram Stoker

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Certamente ele é o mais famoso pois quando se fala em vampiros seu nome logo vem à nossa mente.

Bram Stoker, um irlandês nascido em Dublin, já tinha mais de cinquenta anos quando escreveu Drácula e não foi esta sua primeira obra. Este era seu quinto livro e o autor já gozava de algum sucesso à época.

A primeira edição de Drácula foi lançada em 1897 e está completando 124 anos.

O livro de Stoker, quase todo com conteúdo de terror e morte, foi considerado extremamente grotesco para leitura pelos críticos da época que afirmavam que passagens mais amenas poderiam fazer parte do livro.

O livro narra a história de um grupo de pessoas que tenta de toda forma impedir que o vampiro ataque seres humanos na cidade de Londres na época vitoriana, final do século XIX.

Bram Stoker teria se inspirado em pessoas reais para escrever seu livro, a começar pelo protagonista, o conde Drácula, que seria na vida real Vlad Tepes, um imperador romeno cruel e sanguinário que mandava executar de maneira desumana seus prisioneiros de guerra.

Mais motivos de sucesso seriam os ambientes criados por Stoker. Os locais, o castelo onde morava o conde, a penumbra e outros cenários são considerados como fatores que ajudaram o imaginário dos leitores a se colocar diretamente nas cenas do livro.

A história de Drácula foi adaptada inúmeras vezes para o cinema com dezenas de filmes lançados sobre o tema. Depois para o teatro, televisão e histórias em quadrinhos e jogos, eternizando seu personagem.

O livro, com duas apresentações diferentes, tem o mesmo conteúdo, variando apenas nas cores das capas. O chamado dark edition tem sua capa preta, representando as trevas; o chamado first edition tem a capa amarela que representa o sol, nem sempre apreciado pelos vampiros.

2. Entrevista com o vampiro, de Anne Rice

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Com a brilhante tradução de Clarice Lispector, este livro sobre vampiros caiu no gosto da mídia de diversão e jogos.

O tema vampiros é um dos mais acessados em sites de busca, tamanho é o interesse que o público em geral tem a respeito do assunto. Anne Rice é uma especialista no assunto.

Em “Entrevista com o vampiro”, Daniel Malloy, um repórter, entrevista Louis de Pointe du Lac, que diz ser um vampiro com 200 anos de idade. No século XVIII, Louis foi transformado em um vampiro por Lestat de Lioncourt.

Lestat sempre acreditou que tivesse dado a Louis um dos maiores presentes que alguém pudesse receber: ser imortal. Mas Louis não concordava com isso.

Louis queria, a todo custo, se livrar da vida que agora o faria se alimentar com sangue humano, como também deixar de ser imortal.

Relutante em matar humanos sugando seu sangue, a princípio Louis se alimenta apenas de sangue animal. Mas, em determinado momento, não resiste e acaba mordendo uma menina, Cláudia.

Lestat agora se empolga com o acontecido, transforma Cláudia em uma vampira e a dá de presente a Louis. Os dois tornam-se em grandes amigos, o que desperta um certo ciúme em Lestat que passa a tratá-los mal e se afasta da amizade do casal.

Cláudia não gosta da atitude de Lestat e decide assassiná-lo. Isso feito, combina com Louis uma viagem para a Europa para comemorar. Ainda antes de embarcar, descobre que, de fato, Lestat está vivo.

Em Paris, Louis se encontra com um grupo de vampiros liderados por Armand e que, por desentendimentos, mata Cláudia, provocando a ira de Louis, que acaba assassinando todo o grupo, exceto o próprio Armand.

Louis, ao final do livro, volta sozinho para os Estados Unidos.

Anne Rice, a autora, lançou uma série de livros, os quais se sugere que devem ter sua leitura em uma certa ordem para não perder seu sentido e, que de uma maneira geral, são chamados de crônicas vampirescas.

3. A hora do vampiro, de Stephen King

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Também conhecida como Salem, a obra, primeiramente publicada em 1975, conta a história de um escritor de nome Ben Mears, que passou parte de sua infância em Jerusalem’s Lot e que, depois de vinte e cinco anos, retornou ao local.

Stephen King tem, nesta obra, seu segundo livro publicado, no ano de 1975. Seus leitores afirmam que King teria se inspirado em Drácula, de Bram Stoker, para escrever o livro.

Mears conhece uma jovem universitária, de nome Susan North, por quem se apaixona e inicia um romance.

A rotina do local começa a mudar a partir do momento em que estranhas mortes acontecem.

O assassinato de uma criança e o desaparecimento de vários cidadãos deixam apavorados seus moradores.

No decorrer da história, o leitor fica sabendo que um vampiro iniciou a contaminação de vários moradores e o enredo vai girar a respeito disso.

Leia também: Os 17 Melhores Livros de Stephen King, Mestre do Horror (clique aqui).

4. A irmandade da adaga negra, de J. R. Ward

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Uma sociedade de vampiros guerreiros que luta contra seres humanos inescrupulosos. São assim as histórias da irmandade da adaga negra – na verdade, uma série de dezoito livros considerados paranormais.

Desta série, são dezoito livros no total e cada um deles conta a história de um vampiro diferente, mostrando sua luta para sobreviver e suas paixões.

5. Carmilla: a vampira de Karnstein, de Sheridan le Fanu

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Sheridan le Fanu foi um autor irlandês, nasceu e morreu em Dublin, vivendo entre 28 de agosto de 1814 e 7 de fevereiro de 1873.

Ainda que tenha escrito diversos tipos literários, le Fanu ficou mais conhecido pelas obras de terror que produziu.

Carmilla foi escrito 15 anos antes do lançamento de Drácula de Bram Stoker e acabou por inspirar o autor no gênero.

Diferentemente dos livros que conhecemos, temos aqui a leitura de histórias de uma vampira, que ataca preferencialmente mulheres, o que não era nada comum na época.

Fanu nos conta sobre uma jovem que vivia com seu pai em um castelo em algum lugar do antigo império austro húngaro, e que um dia recebe a jovem Laura, sua hóspede no castelo, sem saber que se tratava de uma vampira.

A partir de então, um romance se desenrola entre as duas mulheres, com uma clara conotação lésbica, agradando grande parte do público que aprecia o gênero.

6. O vampiro rei, de André Vianco

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Cantarzo é permanentemente carregado dentro de uma caixa de madeira por seu lacaio Lucas.

A missão de Lucas é clara: deve levar seu amo ao encontro de Tereza, uma bruxa que vive no norte do Brasil e que fará de Cantarzo o rei dos vampiros, logo após fazer com que ele desperte.

Não se pode calcular o quanto será prejudicial a todos que isto possa vir a acontecer e o pior de tudo é que Lucas não tem a menor ideia do paradeiro da tal bruxa.

Por outro lado, Lucas incentiva os humanos a retomar o país, na luta pela libertação da humanidade das criaturas terríveis que assolam a todos durante a noite.

André Vianco é escritor, romancista, diretor de cinema e televisão. Tem 13 obras publicadas e sua preferência é sobre vampirismo e temas de terror.

Já vendeu mais de um milhão de livros desde que começou a publicar no ano 2000 com seu primeiro livro, “Os sete”, de forma independente. Em 2001, a editora Novo Século se interessou pela publicação, fazendo uma reedição, o que tornou o seu primeiro livro em um best seller, estando entre os melhores livros de vampiros.

7. Diários do vampiro, de Lisa Jane Smith

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“Diários do vampiro”, cujo título em inglês é “Vampire diaries”, é uma série de livros de terror, supostamente escritos por Lisa Jane Smith mas que, na verdade, foram escritos por ghost writers, lançados entre os anos de 1991 e 1992.

Os livros contam as histórias de Elena Gilbert, uma jovem que se envolveu com dois irmãos vampiros, Stefan e Damon Salvatore.

Elena Gilbert é uma jovem órfã que vive com sua tia Judith e sua irmã mais nova, Margareth. Elena ainda está chocada com a morte de seus pais e está passando férias na França quando tem que voltar para a pequena e pacata cidade de Fell’s Church.

Na escola, um rapaz novo chega, é Stefan Salvatore, que passará a frequentar a escola junto com Elena. Logo depois, chega também seu irmão, Damon Salvatore.

A vida dos dois irmãos é envolta em mistérios e o clima passa a ficar mais tenso na medida em que fatos misteriosos começam a acontecer.

A vida de Elena, Stefan e Damon fica cada vez mais entrelaçada dentro da trama.

Os livros são obras que deram origem a uma série de TV, apresentando filmes no mundo inteiro conhecidos.

8. Crepúsculo, de Stephenie Meyer

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Lançado em 2005, Crepúsculo é a obra que dá início à chamada “saga Crepúsculo”, com uma lista de cinco livros, iniciando-se por este, onde aparecem os personagens Bella Swan e Edward, protagonistas da série.

No primeiro filme, Bella se muda da cidade de Phoenix, Arizona, para uma pequena cidade de nome Forks, no estado de Washington.

Por ser uma cidade muito pequena, onde todos se conhecem, tudo se sabe. A chegada de Bella desperta enorme curiosidade e, logo no primeiro dia, Bella faz uma série de amizades.

Edward é seu colega de classe e procura se controlar para não demonstrar a criatura que é e seus verdadeiros sentimentos com relação à Bella.

Em situações que pareciam ser do tipo sobrenaturais, Edward salva Bella de sofrer graves acidentes, o que faz Bella desconfiar das atitudes do rapaz.

Com o passar do tempo e pela forte amizade que agora um sente pelo outro, Bella acaba descobrindo que Edward é, na verdade, um vampiro.

O livro deu origem à saga, com filmes que sempre tiveram uma grande audiência em todo o mundo.

Aproveite e leia também: Sequência de Livros Crepúsculo: A ordem Certa para Ler (clique aqui).

9. Lua nova, de Stephenie Meyer

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Lançado em 2008 no Brasil, neste livro da saga, Bella e Edward Cullen se afastam pois Edward queria dar a Bella a oportunidade de viver uma vida afastada dos vampiros.

Bella fica inconsolável, passando por momentos de grande sofrimento.

A autora declarou que esta é uma das obras que trata da perda de um grande amor.

Fazem parte da saga, também: “Eclipse”, “Amanhecer” e “Sol da meia-noite”. Vale a pena conhecer toda a saga.

10. Morada da noite, de P. C Cast e Kristin Cast

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Com seu título original de “”House of night”, este livro de fantasia urbana conta a história de Zoey Redbird, uma adolescente de 16 anos que foi designada pela divindade Nyx, deusa da noite, para que se mudasse para a morada da noite.

Segundo a narrativa, este seria o lugar para que Zoey se preparasse e recebesse sua grande transformação.

Zoey vai se preparar para viver sua vida adulta, em outra cultura, agora como uma vampira. Em “House of night”, a pessoa terá dois caminhos a percorrer, sem outra escolha. Ou ela se transforma ou morre.

Lançado originalmente em 2007, este é um dos livros principais de uma série de 12 volumes. Está entre os melhores livros de vampiro.

11. O lorde supremo, de Kaliana Soares

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Esta é uma narrativa diferente. Aqui, vamos encontrar com uma vampira que vai se aventurar pela Amazônia.

A vampira desmanchou seu noivado e agora vai se embrenhar pela selva fechada em busca de uma tribo onde se escondem um vampiro e um lobisomem.

É claro que ela vai precisar de um guia e, nada melhor do que um jovem encantador para levá-la para os caminhos misteriosos da selva.

Dos livros de vampiro, este é um dos poucos que se passa em terras brasileiras, especificamente na selva amazônica. Também sabemos que poucos livros vão falar de romances mas, este sim, tem seus romances.

Tudo sem sangue, só amor revelado aos dois jovens sem experiência, um descobrindo o outro.

12. O príncipe dos vampiros: segredos de sangue, de Aline Santana e Clara de Assis

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Orion está prestes a ser proclamado o novo rei da ilha de Alkmene. Seu pai, o rei, será um novo membro da chamada Aliança, órgão que vai promover a união entre todos os clãs de vampiros pelo mundo todo.

Acontece que, para ser elevado ao novo cargo, Orion terá que passar por várias provas, desde provas orais com temas de oratória até provas de resistência física.

Faz parte do processo que Orion tenha um lochem, que é uma espécie de conselheiro para os mais diversos assuntos, inclusive para orientar a respeito das provas que vai enfrentar.

Orion não sabia, no entanto, que quem foi chamada para ser seu lochem foi Mia, sua amiga de infância, que agora se transformara em uma linda mulher.

Mia havia ficado fora do reino por centenas de anos, visto que foi convocada para lutar junto à divisão magna. Uma tropa de elite batalhava contra a raça humana, quando esta se colocava contra os vampiros.

Nunca houve uma história de amor entre Orion e Mia, pelo menos em sua época de infância. Como adultos, o romance vai dizer.

Segundo opiniões de leitores, este livro trouxe uma nova visão para este gênero, o que inclui até um vampiro que não se alimenta de sangue humano.

13. O clube dos vampiros, de Charlaine Harris

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Não foi com este gênero de literatura que Charlaine Harris começou sua carreira. A autora escreveu suas histórias baseadas em heroínas diferenciadas. Uma delas, uma bibliotecária na Geórgia. Passou por dois empregos de pouca importância e, quando teve a oportunidade de permanecer em casa, escreveu uma série voltada para histórias de conotações mais sinistras.

Entre suas heroínas, destacou-se Harper Connelly, uma mulher que foi atingida por um raio e, a partir de então, passou a ganhar a vida com o novo dom que passou a ter: o de encontrar cadáveres.

Voltada para o mundo dos vampiros, Harris escreveu “O clube dos vampiros”, romance de ficção em que sua heroína Sookie Stackhouse procura por seu amor, Bill Compton, vampiro do qual se desencontrou e que provavelmente foi sequestrado por humanos.

Sookie desconfia que Bill possa estar no Club Dead, bar frequentado por vampiros, e é lá que ela deve ir à procura dele.

Só que, para entrar, ela deve estar acompanhada, e o que tem por companhia é um lobisomem do qual vai se passar por namorado. Ele é Alcide Herveaux, lindo, rico, encantador e solteiro.

Tudo indica que essa história poderá ter novo final a partir de agora.

14. O clube dos imortais, de Kizzy Ysatis

livro o clube dos imortais

Cristiano de Oliveira Marinho, que adotou o pseudônimo de Kizzy Ysatis, apresenta em seu premiado livro, vampiros que até então estavam sendo mostrados como irrelevantes pela juventude do século XXI.

Na São Paulo moderna, jovens góticos com seus imensos casacos pretos vão a cemitérios para festejar com vinho pela madrugada adentro.

A história começa em um baile, na época do Brasil Império, onde um dos convidados quer pregar uma peça nos presentes.

Voltando novamente para o presente, estamos agora nas boates e bares de São Paulo, onde Luciano, o protagonista da história, se encontra com um homem que diz ser um dos verdadeiros vampiros. Os jovens que fazem parte do grupo de Luciano questionam o tempo todo a possibilidade de existirem vampiros de verdade e qual a chance de eles estarem entre nós.

Luciano não acredita no sobrenatural e não acredita em vampiros, mas suas opiniões podem mudar após conhecer o vampiro Luar.

A relação entre eles é, a princípio, de caçador e caça, mas este tipo de relacionamento vai mudar no decorrer da narrativa que tem como enlaces o baile de máscaras, o vampiro e Luciano.

15. Happiness, volume I, de Shuzo Oshimi

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Vamos finalizar a lista com uma obra diferente: um mangá.

O que seria melhor para Makoto Okazaki, protagonista deste romance: morrer como um humano ou viver como um vampiro?

A escolha teve que ser feita por este jovem introvertido que sempre viveu procurando se esquivar de confusões e de grandes polêmicas, até que um dia se viu atacado e teve que fazer sua opção.

Acontece que sua nova vida não lhe dá outras alternativas a não ser mostrar quem ele realmente é e colocar para fora todos os seus desejos.

Este é o primeiro livro de uma série escrita por este autor.

E os vampiros, vieram de onde?

O nome vampiro veio para o português, derivado da palavra vampire, do francês, que por sua vez a trouxe do alemão vampir que veio do sérvio vampir.

Segunda a lenda, eles sempre existiram. Há relatos de demônios e espíritos maléficos na Mesopotâmia, na Grécia antiga e nas culturas hebraica e romana. Tais espíritos seriam os ancestrais dos vampiros modernos.

Mas, foi no século XVIII que os vampiros ficaram muito mais conhecidos no sudeste da Europa e o que causou esta revelação foi que tudo o que antigamente era apenas falado, começou a ser registrado em notas e livros a respeito dessas criaturas.

Foram momentos em que o conhecimento a respeito dos vampiros começou a causar uma espécie de histeria coletiva na população de determinadas regiões, fazendo com que se executassem várias pessoas, acusadas de serem vampiros.

Na Rússia antiga, acreditava-se que os vampiros eram pessoas que haviam se revoltado contra a igreja ortodoxa russa ou que eram antigos feiticeiros ou bruxos.

Cada civilização ou cultura passou a ter suas explicações para o aparecimento destes seres. As diversas culturas trataram de criar maneiras de evitar que os seres humanos, recém mortos, se transformem em vampiros. Enterrar um corpo de cabeça para baixo era uma das práticas mais difundidas.